Pausa para o game

Beyond: Two Souls, escrito e dirigido por David Cage. Praticamente um filme. Interativo. E com interações muito bem pensadas.

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Interfaces que eu queria ter feito

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Interfaces que eu queria ter feito é uma série nova aqui no blog: pixels arranjados em estado de arte, interações criativas e elementos que fogem do convencional.

Site Promocional – Lowebrau @Mikhailius Derkach

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Aaaaaah esses russos. Acho que eles têm um paleta cromática diferente da nossa. Deve ter uns 42.000 tons extras :)

APP – Organizador de cartões de visitas @Erik Deiner

Ok, não sei se funcionaria no mundo real, mas o visual ficou bem interessante.

Organizador de cartões de visita

Dashboard McLaren F1 @SAP AG / The Still

Essa é genial. Aqui tem todo o conceito, etapas de design e tudo mais.

Dashboard McLaren F1

Oblivion @Joseph Chan

Interfaces para o filme Oblivion. O conceito, unidade e as cenas mostrando a utilização são geniais.

Oblivion

Aqui tem mais imagens, e abaixo o vídeo das interfaces em movimento:

“Big Data” e o que vamos fazer com tudo isso

Eu sou suspeito para falar sobre o volume de dados que criamos por aí, o famoso “Big Data”.

Além dos meus últimos trabalhos serem relacionados com esse assunto, acredito que as coisas que postamos nas redes vão mostrando como somos ou pelo menos como gostaríamos de ser. Não sou de postar minha vida inteira na internet, mas me cadastro em quase todos os sites que vejo, utilizo GPS abertamente sem me preocupar com privacidade e acredito que toda essa informação gerada vai ser útil um dia para facilitar de alguma forma a minha vida ou de outra pessoa.

Hoje encontrei esse site feito pela Ogilvy One WorldWide (http://adayinbigdata.com) que mostra justamente a vida de uma pessoa no meio desse mundo de informações. Alguns dados interessantes:

  • 4.6 bilhões de celulares no mundo, onde de 1 a 2 bilhões de pessoas acessando a internet;
  •  São compartilhados no Facebook aproximadamente 30 bilhões de conteúdos todos os meses;
  • E no Twitter próximo a 175 milhões ao dia (já ouvi gente falando que ele estava morrendo);
  • Em 2020 teremos 50x mais dados do que hoje; o.O
  • E em 2012, 90% de todos os dados existentes foram criados apenas 2 anos antes. o.O

E esses dados hoje já estão sendo usados para:

  • Prever crimes antes mesmo deles acontecerem; o.O
  • Prever a propagação de virus;
  • Entender os padrões de locomoção das pessoas para uso no planejamento urbano.

É muita coisa e dá até um medo, mas acredito que tudo isso vai fazer nossas vidas melhores. Ou pelo menos espero ;)

Netflix, escolhendo filmes na TV (e a grandiosidade de UX)

O Netflix, para quem não conhece, é o serviço de streaming de filmes mais utilizado no mundo. Cerca de 35% de todo o tráfego de dados em toda a internet é causada pelo Netflix – pessoas assistindo filmes em alta resolução, em tempo real, via streaming.

Desde que foi lançado, o serviço negocia com estúdios produtores de filmes para comprar os direitos autorais das obras e poder transmiti-las para seus usuários via streaming. O usuário não paga por filme, mas sim uma tarifa única mensal que custa menos do que um mísero ingresso de cinema. Como não podia deixar de ser, o maior serviço de streaming de filmes do mundo possui também o maior catálogo de filmes do mundo.

Isso pode parecer muito bom, mas traz também um problema para os usuários: que filme eu vou ver essa noite?

Todo o algoritmo do Netflix é baseado em sugestões personalizadas para cada usuário. À medida em que você vai assistindo mais filmes e avaliando se gostou ou não, o site fica mais “inteligente” e começa a fazer sugestões que têm mais probabilidade de te agradar.

Mas ainda assim não é suficiente para acabar com aquela sensação de “tenho muitas opções e não ser qual escolher”.

O que eles fizeram, então, para mitigar um pouco problema?

Lançaram uma ferramenta super-simplificada de sugestões de filmes.

Você responde a um quiz, ele te sugere um filme.

Netflix Max

“Tá afim de ver um filme com o Brice Willis ou com a Michele Williams?”

É mais fácil do que decidir “qual desses sessenta mil filmes você quer ver hoje?”.

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Como o Google tem pensado a experiência dos usuários

Todos os dias utilizamos o Google. Mesmo que você tenha um iPhone, use Linux, tenha conta no Skype, em algum momento você vai ter contato com o Google. Pode ser em seu produto carro-chefe, que é a busca, ou então no Gmail, ou no Android, ou no Calendar, talvez ao traduzir algo, ou navegando num site que tenha AdSense, AdWords etc.

Amando ou odiando, o fato é que eles estão pensando em como fazer as coisas melhores para os usuários.

(Eu sou um usuário do G+ e adoro. Eficiente e objetivo. E o Android está lindo, leve e redondo.)

Para demonstrar isso encontrei dois vídeos de palestras feitas no Google I/O e que reportam bem esse pensamento (eu diria que são belas “aulas práticas de ux”).

Um é do Alex Faaborg sobre cognição.

O outro é de duas queridas do Google, sobre UX no Android.

Os vídeos são um pouco longos, mas valem o tempo investido. Vendo uns 5 minutos você já vai entender a proposta deles.

Coloque no seu Pocket e veja com carinho, antes de sentar no sofá para ver TV ;)

O usuário está bêbado

Usuário Bêbado

A quantidade de coisas vergonhosas que são enviadas por usuários bêbados no chat do Facebook quer dizer uma coisa: que a interface do chat é tão boa, que até quem está bêbado consegue usar.

Essa é a proposta do Will Dayble no vídeo abaixo.

Desenhe sua interface para usuários que estão bêbados.

Sabe como você lida com um amigo que bebeu mais do que deveria na balada? Você pacientemente acompanha o seu amigo até a saída. Você fala: “agora pegue sua comanda”. “Agora pegue seu cartão e pague”. “Agora venha aqui pra fora”. “Agora entre no taxi”. E por aí vai.

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UX is where we start

Bob Greenberg

Bob Greenberg (o “RG” da R/GA) e Nick Law (Global Chief Creative Officer), falando sobre por que a palavra “advertising” não serve muito para descrever o que a agência faz, e sobre como a R/GA inicia o seu processo criativo pela experiência do usuário (UX).

Dá para ativar Closed Caption no player:

O vídeo acima foi gravado após a R/GA ser nomeada Interactive Agency of the Year no One Show 2013, além de ter recebido 15 outros prêmios no festival.

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