Oito tipos de experiência que os usuários apreciam

Gabor Cselle é Gerente de Produtos no Google e publicou em seu blog uma lista de oito tipos de experiência que os usuários apreciam.

Segundo ele, despertar essas emoções nos usuários pode aumentar a probabilidade de que eles retornem ao seu site ou aplicação.

  1. Immediacy – Speed is addictive because speed is power. Remember how powerful you felt when you first used Google in 2000?
  2. Looking at Faces – Humans are highly evolved to analyze faces and like doing it.
  3. Learning – The feeling you get when you’re watching a great TED talk. Easily digestible, well paced, clear insights. The majority of media and blogs cater to this emotion: Think about how coming back to TechCrunch each day makes you feel like you just got another piece of candy.
  4. Showing Off – The sense of pride you feel when you post your run to Nike+, get a “Player” badge on Foursquare, or post good looking party pictures to Facebook.
  5. Influence – You got retweeted, or your post gets reshared on Facebook. Your expertise was appreciated. Klout, your follower count, and Coderwall all cater to this.
  6. Simplicity, clarity, efficiency, safety – All of these are correlated sensations. Everyone loves a product with these properties. Yet this is pretty hard to hit, especially in older products that have gone through more development cycles and have become more complex.
  7. Controversy – Humans love drama. Think Huffington Post – huge headlines mixed with animosity attracts attention.
  8. Checking Items off a list – Few things are as stressful as an unread email counter or a todo list with unchecked items. Checking them gives you a sense of accomplishment.

Lista útil para ter em mente no próximo brainstorm :)

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UX Unicorns

Unicórnios de UX

Michal Pasternak, da HUGE, apresentou um workshop no festival de Cannes com um nome um tanto interessante: UX Unicorns.

Abaixo um preview do assunto, disponível no canal do Vimeo da HUGE.

Por que unicórnios?

Segundo Michal, a publicidade finalmente acordou para a importância dos profissionais de UX. Como são profissionais muito raros de serem encontrados, a HUGE decidiu que a melhor forma de contratar bons UX’ers seria formando ela mesma esses bons profissionais.

Huge designed a unique training program to teach the essentials of user experience design, in a hands-on setting that is just as unpredictable as agency life. The session includes insight into how the curriculum was developed, other aspects of the training experience, and how various departments and people at Huge were integrated into the programme. Michal shares successes, lessons learned and results of rolling out the training program to other departments in the company.

A seguir uma entrevista com Michal onde ela comenta um pouco sobre a visão da empresa sobre UX e o que eles entendem como o futuro da profissão:

UX em alta na maior premiação de criatividade do mundo #canneslions

Na semana de premiações e palestras incríveis acontecendo em Cannes, um re-post apropriado. Para a gente são old news, mas interessante saber que o mercado parou para prestar atenção à experiência do usuário.

O mercado de criatividade precisa de você como nunca precisou antes, amigo UXer.

Do Proxxima:

“UX: a nova ordem digital

Se há um novo mandamento para o mercado de marketing e comunicação digital, ele pode ser chamado de UX ou User Experience, defendeu a equipe da revista e consultoria inglesa Contagious, referência mundial em criatividade, durante apresentação no Palais de Festivals nesta segunda-feira, 18. Relegada a equipes de tecnologia e, muitas vezes, ignorada por criativos, a UX cria uma robusta e eficiente base tecnológica que permite a sites ou campanhas atenderem exatamente o que busca o usuário na internet: simplicidade e usabilidade. “São termos muitas vezes associados à técnicas, mas eles estão mais presentes em campanhas bem-sucedidas do que se possa imaginar”, disse Paul Kemp-Robertson, co-fundador da Contagious.

Para ilustrar a defesa feita em um auditório completamente lotado (na maior parte, por criativos), a Contagious reuniu dois de seus consultores corporativos – chamados de Insiders – para analisar cases bem-sucedidos, principalmente, por conta da UX. O primeiro, criado pelo Google Analytics, mostra, no ambiente real, como uma experiência digital pode ser ruim, na visão do usuário. Divertido, o vídeo apresentado Will Sansom levantou a plateia no Teatro Debussy:

O Brasil marcou presença na palestra da Contagious. Para a consultora Katrina Dodd, o projeto de social commerce MagazineVocê aponta para o que será o futuro do comércio eletrônico. “Você vende e ganha dinheiro fazendo o que já faz o tempo todo: conversando, se relacionando com seus amigos”, avaliou.

Já a marca de camisinhas Okamoto criou um aplicativo para casais que ainda moram na casa dos pais. Por meio do app, é possível sinalizar ao namorado – ou namorada – se o caminho está livre ou não. “Simples, divertido e capaz de gerar associação com a marca como poucas campanhas de TV”, analisou Sansom.

Outro case apresentado pela Contagious foi o Black Label Cup, uma competição interativa entre duas das maiores equipes de futebol da África do Sul. Para escolher o time que entraria em campo, usuários precisavam comprar um Black Label e seguir as instruções usando código em seus telefones.”

O dia em que uma correspondência “me colocou no lugar do usuário”

(Estou morrendo de sono, mas precisava compartilhar isso aqui.)

Já faz alguns meses que eu estou usando o Buffer. Resumindo: é uma ferramenta para você agendar tweets, ao invés de ter que tuitar um por um. Isso facilita bastante a vida de quem tem que trabalhar longas horas por dia além de manter um blog. Gostei tanto da ferramenta que virei um usuário Pro.

Cheguei em casa hoje e tinha uma carta de Hong Kong me esperando.

Hmm, eu não tenho amigos que estejam em Hong Kong.

Era essa carta aqui:

Carta do Buffer

Carta do Buffer

A carta foi escrita à mão.

Tem rasuras.

Tem o nome do remetente.

Ele não errou meu nome (acreditem, ter o nome que eu tenho e trabalhar fora do país já me rendeu uma dúzia de nomes diferentes).

Ele foi pesquisar para descobrir que sou um UX Designer.

Nas poucas frases que ele escreveu, ele aproveitou para me lembrar da missão da empresa dele (“solve the problems around content sharing in the way we can today”).

E ele me agradeceu pelo simples fato de eu ser um cliente dele.

Pelo “simples fato” de eu ser um cliente dele.

Na hora me veio à mente aquele post onde falei sobre O Sucesso através de UX. Em uma época onde tudo é tão automatizado e digital, receber uma carta escrita à mão fez com que eu me sentisse novamente na pele de um consumidor. E foi uma experiência tão genuína que eu sei que se eu fizesse uma entrevista-com-usuário-comigo-mesmo, eu não conseguiria capturar com precisão aquilo que eu senti ao ler a carta.

Duas conclusões bem pessoais:

Uma delas foi ter mais certeza ainda de que eu sou apaixonado pelo que faço.

A outra foi esse tapa na cara de perceber que “se colocar no lugar do usuário” nunca é o bastante.

Pequena mentira que o iOS conta para melhorar a experiência do usuário

Multitasking no iOS

Ainda na linha do Pequenas mentiras que o Instagram conta para melhorar a experiência do usuário:

A Apple usa uma técnica interessante quando você muda de uma aplicação para outra em seu iOS.

Quando você alterna para outro aplicativo, o sistema operacional grava um screenshot da última tela que você viu no aplicativo que acabou de deixar. Ao voltar àquele primeiro aplicativo, esse screenshot é a primeira coisa que você vê. Isso é feito para ganhar tempo até que o aplicativo carregue novamente.

Ao invés de te mostrar uma tela em branco, ou um loading, você vê o screenshot por alguns instantes antes que o app volte a funcionar. Ficar 1 segundo olhando para um screenshot com o qual você não pode interagir é uma “pequena mentira” que mais ajuda do que atrapalha – algo que foi comprovado em testes de usabilidade feitos no iOS.

A impressão que o usuário tem é que o aplicativo já está pronto para ser usado, mesmo que ainda haja um atraso de 1 segundo até que você consiga efetivamente interagir com ele.

Showing the interface instead of a loading screen also gives the user the information they need to interact with it. Instead of looking at a blank page, they’re looking at the controls and figuring out what they want to do with it.

via

5 pessoas para as quais você não deveria projetar

Todo mundo sabe que quando se está desenhando algo (um site, um aplicativo, uma campanha) o que não falta é gente para opinar.

O problema é que algumas das pessoas que dão opinião sobre o projeto tendem a acreditar que o jeito que elas usam o produto é exatamente igual ao jeito que todo mundo usa. E é exatamente para isso que “inventaram” o User Experience Designer: alguém que tenha a capacidade de se distanciar do produto e enxergá-lo sob a perspectiva dos diversos tipos de pessoas que utilizarão esse produto.

Esse artigo aqui criou uma lista de pessoas para as quais você nunca deveria projetar.

“Nunca” é uma palavra meio forte. E a gente sabe que também faz parte do trabalho do User Experience Designer saber balancear essa equação entre os interesses das diversas pessoas que influenciam um produto – e não apenas dos usuários.

Link (em inglês): 5 people who should never design your website, and how to manage them

Os 13 mandamentos do UX

Cachorro, UX etc.

Levaram bastante a sério aquela tática de incluir fotos de bebês e cachorros em uma apresentação para fazer com que ela atraia a atenção (e o afeto) de quem a assiste.

Se você tem interesse em cachorros ou até mesmo em UX, vale a pena dar uma conferida:

(Se você estiver lendo este post por RSS e a apresentação acima não abrir, veja-a no blog)

Os 13 mandamentos listados, para facilitar:

  1. Be open to your users
  2. Don’t let them fall sleep
  3. Tempt and lure
  4. Involve
  5. Give a sense of security
  6. Show the way
  7. Let them sleep peacefully
  8. Don’t keep them by force
  9. Attract attention
  10. Support interactions
  11. Wink at your users
  12. Don’t look down on them
  13. Evoke emotions