Monday Readings

Monday Readings UX AI

Mais uma edição do Monday Readings: um copo de café + 30 minutos da manhã de segunda-feira + 5 links relacionados a design, tecnologia ou comportamento. Para começarem a semana inspirados :)

Monday, 29.07.13

#1

Parece óbvio, só que não.
Em um recente estudo da Localytics, descobriu-se que um em cada quatro aplicativos mobile nunca são usados depois do download e 26% deles não são usados mais do que uma vez. Ou seja, metade de todos os aplicativos são usados menos de uma vez. Uma das hipóteses levantadas por esse artigo é de que as marcas que desenvolveram esses apps estavam mais preocupadas em divulgarem suas marcas do que serem realmente úteis na vida das pessoas, resolver problemas e assim, agregar valor.

#2

O que acontece quando todo mundo começa a fazer seus próprios mapas?
Ferramentas online como a OpenStreetMap tem permitido qualquer um se tornar um cartógrafo. Mas o que significa na prática ter a possibilidade de criar seus próprios mapas, editando dados e apontando os locais de acordo com suas preferências? Cada vez mais os mapas têm deixado de ser apenas literais, mas também conceituais. Para Eric Steiner, ex-presidente da Sociedade Norte-Americana de Cartografia, o papel da disciplina tem se afastado da noção de representar o mundo com precisão para a de criação de uma representação simbólica do espaço.

Apesar das críticas de que o foco na personalização no mapeamento do mundo poderia levar a uma visão limitada das coisas: ao invés de se orientar no mundo, mapas online te levariam a orientar o mundo para si mesmo. Mas talvez, enquanto mapeamos os lugares que já conhecemos, nós também acabamos a aprender a mapear o que não temos.

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Protótipos para dispositivos móveis

Dispositivos móveis e suas interfaces gráficas estão cada vez mais sofisticados e presentes em nosso dia-a-dia.

Por isso, enquanto designers, ferramentas que nos ajudem a apresentar ideias, fluxos e transições a clientes e equipes são sempre bem-vindas. Mais que isso, essas ferramentas permitem experimentar o aplicativo de fato onde será usado, perceber se textos estão legíveis, se botões têm uma área ideal para o toque e por aí vai. Depois de apresentar seu próximo projeto assim, você vai amaldiçoar JPGs estáticos “zipados” enviados aos seus clientes.

Já falamos aqui no blog sobre o Framer, e vamos explorar algumas novas opções para criar protótipos navegáveis de maneira rápida, indolor e fácil de compartilhar.

Protosketch

proto_sketch

Distribuídos pelos criadores dos UI Stencils, esse iPhone app se baseia em sketches para entregar protótipos. É ideal para quem gosta de rabiscar suas interfaces a mão-livre ou usando os stencils fornecidos pelo fabricante. Você pode usar a câmera do celular para tirar fotos dos sketches e depois criar seu fluxo de navegação. O aplicativo corta e enquadra as imagens para o tamanho do aparelho.

Vantagem
Transformar sketches em mockups navegáveis

Desvantagem
Não permite protótipos de alta fidelidade

Fluidui

fluid ui

O FluidUI é prático de usar por ser web-based, o que o faz ser multi-plataforma. Ele permite a criação de protótipos tanto de baixa quanto de alta fidelidade através de upload da interface desenhada em outro software. Você também pode compor seu mockup usando mais de 1700 elementos de interface dos sistemas mais usados em dispositivos móveis.

Vantagem
Suporte para vários sistemas operacionais mobile

Desvantagem
Colaboração entre equipes é limitada

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Monday, 08.07.13

#1

Criatividade e disciplina
Dave Trott conta a história de como Alfred Butts, na época um arquiteto desempregado, criou um dos jogos americanos mais famoso, o Scrabble. E termina com um mantra: Disciplina não é inimiga da criatividade. Disciplina faz a criatividade acontecer.

#2

Brasileiros on-the-go
Série de vídeos sobre o consumidor móvel brasileiro, produzida pela JWT e.MOBI. Um dos primeiros vídeos do projeto busca entender como o celular está transformando a rotina e a vida das pessoas comuns.

#3

Foto: a nova linguagem online
As fotos, registros de pequenos momentos durante o dia, tornaram-se uma nova forma de diálogo. Uma nova forma de se comunicar com uma imagem, seja para dizer o que comeu no jantar ou indicar o caminho de casa. Como Robin Kelsey, professor de fotografia de Harvard diz, “Estamos evoluindo de um período da fotografia como forma de registro e gravação do passado, para a fotografia como meio de comunicação”.

#4

Marcas com mais significado
80% das marcas não produzem impacto positivo na vida das pessoas. 73% das marcas não fariam falta caso desaparecessem na opinião de consumidores do mundo todo. Esses são dois achados da pesquisa Meaningful Brands, realizada pelo grupo Havas. E entre as marcas que têm significado na vida das pessoas, a lista é encabeçada por empresas de tecnologia: Google, Samsung e Microsoft aparecem no TOP3. Você concorda?

#5

Você é um só
Bela coluna do Luli Radfahrer para a Folha: “Imerso na rede, você criou um reflexo psicológico em que precisa saber de tudo no momento em que acontece, posicionando-se o quanto antes, já que cada atualização diz mais respeito à opinião dos outros do que ao que você realmente pensa. Fascinado pela ideia de se transformar em veículo de informação, você parece ter se esquecido (ou deixado de se importar) que só há meios se há mensagens. E que ao reproduzir sem pensar o que ouve dos outros, não gera mais do que microfonia.”

E a dica da semana é do Albert:

User Experience no ponto-de-venda

Ainda tem muito pouca gente olhando para isso, apesar de todos os relatórios de tendências apontarem para a crescente e profunda integração dos pontos-de-venda tradicionais (lojas físicas) com os pontos-de-venda digitais (website, aplicativo, website mobile). Ainda mais quando você cruza essa tendência com o fato das pessoas estarem fazendo buscas e comparando preços no smartphone dentro das lojas físicas antes de tomar a decisão de compra.

As possibilidades são enormes. E as pessoas vivem grudadas no smartphone não somente quando estão na mesa do bar (para irritação de quem está junto delas), mas também quando estão dentro de uma loja fazendo compras.

O fato é que em terras norte-americanas essa corrida já começou.

Dentro-da-loja_mobile

O que sua rede de varejo oferece em termos de conectividade com o smartphone do comprador?

Por que não permitir que a pessoa faça uma compra online imediatamente, caso o produto que ela está procurando não esteja disponível naquela unidade?

Em lojas de marcas famosas de tênis, por exemplo, esse sistema já está completamente integrado no próprio dispositivo do vendedor. Não temos o tênis na cor azul, ou no tamanho 43? Ele chega na sua casa em 2 dias úteis, querido consumidor. Sem frete, claro, porque você já se deu ao trabalho de vir até a loja e nós não conseguimos atendê-lo bem.

E esse tipo de ideia do parágrafo acima nada mais é do que uma marca tentando prover uma boa experiência (UX) para o consumidor. Continuar lendo

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Monday, 17.03.13

#1

O Google+ não é para nós, é para o Google
O esforço do Google em atrair os usuários, integrando todos os serviços (Gmail, YouTube, Drive, etc), contatos e atualizações no perfil do Google+ dá a falsa sensação de ser uma rede social, mas na prática, ele acaba sendo mais útil para o próprio Google. Quando perguntado por que os desenvolvedores deveriam usar o serviço, David Glazer, diretor de engenharia do G+, admitiu que é uma maneira do Google conhecer os usuários, com quem eles tem relacionamento e compartilham conteúdos: “Essa camada, essa espinha dorsal, é feita para nos ajudar a fazer o Maps, Youtube, Gmail, etc melhor. Esse é o verdadeiro ponto do G+”

#2

As pessoas mais criativas em mobile
Das 100 pessoas mais criativas, segundo a FastCompany, algumas delas se destacam pelas experiências mobile que tem criado. Entre os listados estão a diretora do Facebook India e fundador do app NowThis News.

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Resoluções de tela mais comuns, infográficos e cachorros

Imagine o iPhone como sendo um Chihuahua. O iPad como sendo um Beagle.

Apesar da (um tanto bizarra) metáfora entre cachorros e resoluções de tela usada no infográfico abaixo, alguns dados interessantes e atualizados:

Resolução de tela - estatísticas

Framer: protótipos para dispositivos móveis com um framework em javascript

FramerJS

Framer is a modern prototyping tool. It can help you to quickly build and test complex interactions and rich animations for both desktop and mobile.

É assim que o Framer se apresenta em seu site. Hoje em dia fala-se muito em “design in the browser” e essa é uma boa ferramenta para isso.

O Framer tenta facilitar a vida dos designers que sabem um mínimo sobre html, javascript, css e jquery, criando um framework leve e funcional para simular como uma interface deve funcionar – tanto em um dispositivo móvel quanto em um navegador desktop.

Link: Framer.js >