Monday Readings

Monday Readings UX AI

Mais uma edição do Monday Readings: um copo de café + 30 minutos da manhã de segunda-feira + 5 links relacionados a design, tecnologia ou comportamento. Para começarem a semana inspirados :)

Monday, 29.07.13

#1

Parece óbvio, só que não.
Em um recente estudo da Localytics, descobriu-se que um em cada quatro aplicativos mobile nunca são usados depois do download e 26% deles não são usados mais do que uma vez. Ou seja, metade de todos os aplicativos são usados menos de uma vez. Uma das hipóteses levantadas por esse artigo é de que as marcas que desenvolveram esses apps estavam mais preocupadas em divulgarem suas marcas do que serem realmente úteis na vida das pessoas, resolver problemas e assim, agregar valor.

#2

O que acontece quando todo mundo começa a fazer seus próprios mapas?
Ferramentas online como a OpenStreetMap tem permitido qualquer um se tornar um cartógrafo. Mas o que significa na prática ter a possibilidade de criar seus próprios mapas, editando dados e apontando os locais de acordo com suas preferências? Cada vez mais os mapas têm deixado de ser apenas literais, mas também conceituais. Para Eric Steiner, ex-presidente da Sociedade Norte-Americana de Cartografia, o papel da disciplina tem se afastado da noção de representar o mundo com precisão para a de criação de uma representação simbólica do espaço.

Apesar das críticas de que o foco na personalização no mapeamento do mundo poderia levar a uma visão limitada das coisas: ao invés de se orientar no mundo, mapas online te levariam a orientar o mundo para si mesmo. Mas talvez, enquanto mapeamos os lugares que já conhecemos, nós também acabamos a aprender a mapear o que não temos.

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Monday, 15.07.13

#1

A tirania das listas dos mais populares
Como a maioria das pessoas, quando entramos em um site, é difícil saber em qual conteúdo focar diante da infinidade de assuntos listados na página. Acabamos seguindo o que as outras pessoas lêem, e essa seria uma das razões da seção “mais populares” acabar sendo a mais lida e clicada da maioria dos sites. Quase todo mundo acaba clicando na seção de “Mais Populares” dos sites, porque tem preguiça de explorar as novidades. É quase um efeito placebo aplicado para os conteúdos, porque está na lista dos mais populares, inconscientemente tendemos a acreditar que sejam os melhores.

#2

Google+ para marcas
Slideshare com os dados atuais e recursos do Google+, com recomendações e cases de algumas marcas que vêm desenvolvendo uma presença perene na rede social.

#3

A evolução das redes sociais
Em 2005 não havia YouTube. Não havia nenhum smartphone. Não havia twitter e o facebook era fechado para universitários americanos. 8 anos depois, 3 milhões de videos são vistos por dia no YouTube. Metade dos usuários de celular tem smartphone. 400 milhões de posts são tuitados por dia e o Facebook tem mais de 1 bilhão de usuários. Será que ainda tem espaço para crescer? A Social@Ogilvy apresenta 9 tendências digitais.

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Monday, 03.06.13

#1

Google 1 x Nielsen 0
Uma pesquisa do The Walll Street Journal descobriu que os 50 maiores sites dos EUA (que correspondem por 40% dos views) instalam uma média de 64 arquivos no device do usuário, com o objetivo de monitorar suas atividades. Dezenas de cookies que gravam tudo o que o usuário faz no site e dá um raio-X completo do seu comportamento. Ainda assim, quando querem mensurar o valor desse usuário, muitos ainda usam painéis à moda antiga, com samples limitados. Um modelo consagrado pela Nielsen que pode estar com seus dias contados. Leia o artigo e entenda um pouco mais sobre o assunto.

#2

100 Tendências urbanas
Glossário de ideias preparado pelo BMW Guggenheim Lab. Tendências urbanas que vão dos mais clichês (impressora 3D e envelhecimento da população) aos mais inspiradores (cidadania camaleônica e departamento de “ouvidoria”).

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Monday, 20.05.13

#1

As melhores e piores lojas físicas
Uma pesquisa realizada na Inglaterra mostrou as melhores e piores lojas de rua na opinião das pessoas. A revistaria/livraria WH Smith foi eleita a pior por ser bagunçada e cara. A Apple foi eleita a melhor pela decoração minimalista e pelo atendimento, na frente de marcas como Lush e Disney. Certamente dá pra aplicar os mesmos quesitos para muitos e-commerces por aí.

#2

Abaixo o mundo real
Crítica de Lúcia Guimarães sobre o mundo que Mark Zuckberg está ajudando a criar com seu Facebook e o novo Home: “Na felicidade prometida pelo comportamento antissocial encorajado pelo Facebook, conversar com quem está à sua frente é uma perda de tempo. Cool é desprezar o que não é cool. O ego não pode dispensar o afago da tela. Não há nada de romântico nesta forma de escapismo.

#3

Um ano sem Internet
Esse artigo analisa a experiência do jornalista Paul Miller que passou um ano sem Internet. Como Paul menciona na reportagem, a maioria dos problemas não tinham nada a ver com a Internet e apenas se manifestavam de forma diferente off e online. O log out no Facebook não tornava o Paul mais real, apenas mudava a maneira com que ele se comunicava com os amigos e familiares. O senso de isolamento e alienação, muitas vezes não tem nada a ver com as redes sociais, é mais profundo, está mais relacionado ao culto ao consumismo, a isolamento da expansão urbana, entre outros.

#4

Vivendo com Bitcoin por uma semana
21 coisas que uma jornalista da Forbes aprendeu ao sobreviver apenas com Bitcoin por 7 dias, como o fato dos fãs da moeda serem os novos vegetarianos, tamanho fanatismo e poder de compra.

#5

Uma máquina de memes
Post rápido no Big Think sobre porque nos tornamos uma máquina de memes: “We’re wired for fear. Sometimes something scares us or seems like a threat. We want to spread it on so other people know about this threat. All of those things are because we evolved socially. So we evolved as meme machines.”

E a imagem da semana é o conselho de uma máquina:

Bolos, faróis e o óculos que todo mundo quer ter

Glass_model

O projeto Google Glass sempre me incomodou e eu nunca soube exatamente dizer o porquê. Não era apenas o fato de achar um atentado contra a privacidade alheia, um Big Brother conectado ao seu rosto, monitorando todas as suas atividades e interações sociais a sua volta. Era algo além.

Pois esse artigo do Jan Chipchase, diretor criativo da Frog, e esse vídeo do físico e cientista social Nicholas A. Christakis, me deram a resposta que eu vou tentar explicar nesse post.

Christakis explica no vídeo a ciência por trás das redes sociais. Não as redes como o Facebook ou Twitter, mas aquelas redes de pessoas que existem desde que o mundo é mundo. A conexão entre familiares, amigos, colegas de trabalho etc.

Ao procurar entender o fenômeno da obesidade por meio de redes sociais, ele identificou certo padrão de disseminação da epidemia analisando os pontos de contatos dessas redes. Algo coletivo estava contribuindo para o aumento do peso individual. Pessoas obesas tendiam a possuir alguma ligação com outros indivíduos com obesidade, e com o passar dos anos, essa tendência ia se intensificando.

Observando a imagem abaixo, nota-se como houve um contágio social com o passar dos anos. Os pontos amarelos representam pessoas com obesidade, e sua presença se intensifica conforme os elos sociais desses indivíduos.

Fato é que desde a tendência à obesidade até o hábito de fumar e desde as nossas escolhas alimentares até as escolhas políticas, nossos desejos são afetados e determinados pelos outros ao nosso redor, pelas nossas redes sociais. No fundo, temos menos vontade própria do que achamos que temos.

When people are free to do as they please, they usually imitate each other” – Eric Hoffer

Indivíduos são afetados por toda a rede social em que estão inseridos.

E se esse poder de contágio pudesse ser usado para o bem?

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Monday, 29.04.13

#1

A popularidade das fotos de si mesmo
As redes sociais trouxeram muito mais do que apenas a possibilidade de te curtirem e te seguirem a qualquer momento, junto com o celular e das máquinas digitais, trouxeram a popularidade daquelas fotos que você tira de si mesmo e publica pra todo mundo ver o quão lindo (fofo, engraçado, cool, poderoso, insira seu adjetivo preferido aqui) você é em frente ao espelho.

#2

Notícias fazem mal a saúde
Nos últimos anos, entendemos que excesso (de gorduras, açúcares, etc) pode nos fazer mal e assim, nos resignamos a entrar em eternas dietas. Por que isso não pode se aplicar as notícias que lemos todos os dias? Elas parecem sempre as mesmas, às vezes são apenas desgraças que te deixam mal por uns dias, ou simplesmente são notícias irrelevantes que não mereceriam um mísero post em um blog. Não estaria na hora do detox de notícias?

#3

“A informação quer ser encontrada”
Essa foi a resposta que o CEO do Google, Larry Page, costuma dar quando perguntam se o crescimento mobile vai afetar o Google. E que mais do que afetar seus negócios, vai ajudar todo mundo a crescer.

#4

A derrota do feminismo no Facebook
Nesse ensaio, aa escritora Katie Roiphe fala sobre a construção (ou desconstrução) da identidade das mulheres no Facebook, partindo do fato de muitas delas usarem fotos de seus filhos nos perfis. “Você clica no nome de uma amiga e o que aparece na tela não é o rosto dela, mas a foto de uma lourinha de quatro anos dormindo ou de um garoto de boné, correndo na praia. Inofensivamente embutido em um dos nossos métodos preferidos de procrastinação está um poderoso símbolo do novo século. Onde foram parar todas essas mulheres?” (…) “Essas fotos do Facebook sinalizam um autoapagamento mais amplo e ameaçador, um estreitamento de horizonte.”

#5

Conheça a primeira geração digital
Os millenials, nascidos a partir de 1993, são os primeiros a não ter que se adaptar a um mundo digital, como nós. Já nasceram inseridos em um ambiente tecnológicos, em que eles compilam suas próprias playlists, leem notícias direto do Twitter, criam suas próprias páginas na web e tem até 7 maneiras de se comunicar com alguém (SMS, ligações para celular, para fixo, face a face, redes sociais, instant messaging e e-mail). Esses “nisseis” digitais parecem não fazer distinção entre o real o virtual, eles estão entrelaçados e se identificam mais com o mundo digital do que com religões ou estados.

E por falar em religiões, a ilustra da semana:

Números atualizados e insights sobre redes sociais ao redor do mundo

A apresentação abaixo traz números sobre o uso de redes sociais em 19 países diferentes. Entre as informações estão: adoção de cada rede, uso, interação de consumidores com marcas, impacto do conteúdo gerado por marcas, evolução das redes sociais em dispositivos móveis e oportunidades de colaboração entre consumidores e marcas.

(Se você estiver lendo este post por RSS e a apresentação acima não abrir, veja-a no blog)